Sexta-feira, 16 de Março de 2012

 

Finda uma crise de insónias, surge outra de horários madrugadores. Acordar com o nascer do sol e ter dias compridos cheios de horas a que urge dar destino. Há uns anos resolvia as crises de insónias de forma mais radical, não dormia uma noite, aniquilando de imediato a energia que restasse na noite seguinte. Eram noites que passava a estudar, e mais tarde a trabalhar ou a ler. Com o tempo perdi a capacidade de aguentar tantas horas acordado e larguei, com alguma pena, a teoria que deveria mesmo só dormir de dois em dois dias. Mas com isso perdi também as minhas noites solitárias que tanto prazer me davam e substituí-as por um problema banal, as noites em branco. 



afonso ferreira às 12:17 | link do post | comentar
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6 comentários:
De Teresa a 16 de Março de 2012 às 13:40
magnifico... todo o blogue... deverei agradecê-lo às suas insónias?


De afonso ferreira a 16 de Março de 2012 às 13:56
obrigado, Teresa. mas é melhor não dizer nada às insónias, já fazem estragos suficientes, se ainda recebem elogios, então é que não durmo nada...


De Teresa a 16 de Março de 2012 às 14:06
:-) mas o resultado delas é fantástico... mesmo.


De Fátima Soares a 16 de Março de 2012 às 15:14
Olá! obrigada por me responder. Diria... Continuando o raciocínio... Abençoadas insónias. Penso eu que serei a "única" noctívaga. Por vezes recrimino-me e porém há imensos, assim. Adoro a noite. Muito mais calma e propícia ao estudo a escrever, pensar, ver um filme, ouvir uma música baixa, tudo. E termino como digo...Abençoadas noites em branco que dão linhas como estas. Beijinho bfsemana


De Helena a 16 de Março de 2012 às 23:35
As insónias resolvem-se como muito..amor. Este blogue é qualquer coisa..aaaaiiii..vou ali morrer e já volto..!! :)


De cibelefster a 17 de Março de 2012 às 10:21
Sou das manhãs, madrugadas.
~CC~


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