Quarta-feira, 8 de Agosto de 2012

Há uns anos, perante um dilema, se apagava ou não um texto na internet, alguém respondeu-me que o melhor era não apagar, haveria sempre de ficar uma cópia em cache tornando inútil o gesto. Por algum motivo nunca esqueci essa conversa aparentemente inócua. Agora, à procura de uns textos específicos e incriminatórisos desse alguém, é exactamente em cache que recupero os que apagou.



afonso ferreira às 02:05 | link do post | comentar
|

1 comentário:
De Fátima Soares a 8 de Agosto de 2012 às 07:21
Olá bom dia! O que me irrita solenemente. Porque se queremos apagar algo muitas vezes até não é que nos comprometa, mas porque se não gostou do que se disse, do sentimento, da "fórmula" que desenvolveu o texto, que não leva a nada e logo momentos depois, discernimos sobre a inutilidade de todo o acto de escrever aquilo. Do tema sequer. E quem lê e fora dos contextos em que se fez "aquilo" ou demasiado "dentro" pode dar-lhe um valor que não tem. Ou então se quisemos mesmo fazer aquilo. Arrependemo-nos (não há nada mais "grato" que o arrependimento), por uma coisa que é nada ou assim devia ficar...Tanta coisa se desenvolve. Tanto problema se cria. A tecnologia e os seus caprichos ". Eu como os meus! As minhas teimosias e birras. Quando apago é porque quero apagar. No mínimo alguém ou algo, nesta bendita terra devia obedecer simplesmente, sem me criar mais "complicações" e backups , quando porventura aquilo que escrevo e valorizo mesmo, quero exactamente que fique, muitas vezes me desaparece e já não recupero. Não devia ser. Peço desculpa de comentar. Ser tão extensa ou inopotuna, mas na realidade é...Uma coisa que me irrita! Eu devia comandar a "máquina" e não ela a mim. Sem receios disto , aquilo. Mas só porque é assim que deve ser. Naquela altura foi o meu desejo. Apagar! Se pode a ideia ser "boa" o resultado pode ser trágico, quando nada de muito ou tanto se quis dizer/fazer. Bom dia e bom resto de semana


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