Quinta-feira, 28 de Outubro de 2010
À espera da tempestade

 

Há uma paz que desce gradualmente sobre todas as coisas. Prédios, pessoas, ruas, caixotes de lixo, pedras. Há um cansaço das horas a mais, o fígado a acusar o excesso, o olhar a pairar nas coisas mais esquecidas. Um baile suspenso, uma respiração pesada rente ao chão cheio de folhas caídas. Há um silêncio à espera do barulho todo.



publicado por afonso ferreira às 22:05 | link do post

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