Terça-feira, 10 de Abril de 2012

É necessário ser inteligente para viver na verdade, todavia na mentira é preciso o dobro da dedicação, não basta a consciência moral falhar.



publicado por afonso ferreira às 10:31 | link do post | comentar

5 comentários:
De Fátima Soares a 10 de Abril de 2012 às 11:34
Bom dia. Penso que tem de ser-se muito mais inteligente para elaborar e manter uma mentira consistente até ao fim, do que a verdade e não é só por a consciência moral falhar isso é o mais fácil, "tratar-se" da consciência, mas o facto de não se entrar em contradições, revestir-se de toda e qualquer postura corporal, facial, mesmo do olhar para manter essa "máscara". Penso que a mentira pode ser viciante. Na completa adrenalina que transmite para se elaborarem e aguentarem todos os "rolos", que se desencadeiam a seguir...É como andar numa montanha russa, sempre à espera que acabe depressa, mas com vontade de fazer durar a sensação. Desculpe se o meu comentar o aborrecer não é minha intenção. Boa semana.


De afonso ferreira a 10 de Abril de 2012 às 12:40
Verniz, no fundo a questão resume-se a isto: até na mentira é necessária a inteligência falhando a consciência moral. boa semana


De Efémero Carrocel a 10 de Abril de 2012 às 12:25
Só uma inteligência com poucas soluções poderá acreditar que vive na verdade. Qual verdade?
Quanto à dedicação à mentira, é já em si um investimento como na loucura, apoiado ou não pela consciência que tem ou não a faculdade de verdade.
Mas verdade não vale a pena metermo-nos por aí!

Abraços


De afonso ferreira a 10 de Abril de 2012 às 12:37
Caro Efémero Carrocel, parece-me que leu na diagonal o post e não o compreendeu na totalidade... e acredite que vale a pena pensar nisto.


De Efémero Carrocel a 10 de Abril de 2012 às 15:33
Estimado Afonso,não vou dizer que está enganado pois parece-me que consegui expor nas minhas palavras a naturalidade daquilo que penso escrevendo mais a necessidade que tive para interpretar as suas. Foi bom sinal. A totalidade? ...pois esse o grande erro de todas as verdades. Não há nada que se compreenda na totalidade.

Obrigado pela jogada de xadrez...


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