De Fátima Soares a 10 de Agosto de 2012 às 21:21
Ao ler este post sorri, no bom sentido claro. Ao achar tanta afinidade de comportamento. Talvez nem sejamos só nós, que por "associação" duma má experiência, descarreguemos em cima daquilo que não tem nada a ver com o assunto (neste caso a música e António Zambujo), só porque ficamos de tal modo contrariados e ultrajados com a acção de outrem , que só de pensar em algo que a possa recordar, seja o que for, nos contraria. A ponto de deixar quase doentes! Tive assim um tempo em que algo de muito grave me aconteceu e eu, que adorava cantarolar alto e ainda hoje o faço, deixei pura e simplesmente de entoar um acorde, por cerca de dois anos...Talvez o tempo que levou a "cura" da minha desilusão e contrariedade. Realmente o ser humano é uma máquina intrincada, o nosso subconsciente então...E maravilha-me essa fronteira. Fascina-me que por mais que queiramos, ou arranjemos desculpas ou explicações, nunca conseguiremos desvendar na realidade as nossas portas trancadas que nos fazem agir e reagir a certos estímulos. Um bfsemana.


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