13 comentários:
De Andorinha a 17 de Março de 2010 às 14:29
Esse também já foi o meu Bairro. Espero que volte a ser em breve, quem sabe, nos próximos anos. Sou uma nortenha vendida e com muito gosto. Amo Lisboa, tenho imensas saudades. Principalmente do nosso Bairro.


De afonso ferreira a 20 de Março de 2010 às 22:08
Volte rapidamente, fazem-nos sempre falta andorinhas


De o amigo conservador a 17 de Março de 2010 às 15:10
é lindo sim!
...freguesia de Santiago, e quando perguntei à senhora da loja que vende os 28 em miniatura a preços especiais para moradores onde terminava fisicamente a freguesia, ela respondeu com sabedoria, para lá da porta é Castelo...
um abraço amigo


De afonso ferreira a 20 de Março de 2010 às 22:10
Caro amigo,
"28 em miniatura a preços especiais para moradores"?
É por estas e outras coisas que eu adoro a nossa zona.
Abraço


De ISABEL G a 17 de Março de 2010 às 16:29
Gostei imenso, Afonso.


De afonso ferreira a 20 de Março de 2010 às 22:10
Obrigado Isabel :)


De Paz a 17 de Março de 2010 às 20:10
Que bom ter um bairro, e ainda mais um bairro assim!... Tão cheio, tão rico!


De Margarida a 17 de Março de 2010 às 20:30
O Homem na Cidade dever ser feliz por viver num bairro assim. É um privilégio !!


De senhor tocas a 20 de Março de 2010 às 11:55
rua da saudade?


De afonso ferreira a 20 de Março de 2010 às 22:10
exacto


De Emprestimo a 17 de Janeiro de 2011 às 17:41
Adorei o blog, conteúdo muito bem escrito, layout bacana com cores amigáveis. Vou aproveitar e adicionar o blog nos meu favoritos. bjs! Maria Cecilia


De NET Goiania a 21 de Março de 2011 às 15:09

Nossa, que massa esse blog! vou acompanhar seus textos, bjao!
Ana Lúcia


De António Amado a 2 de Abril de 2012 às 23:42
Não nasci na Rua da Saudade, mas quase. Fui para lá com 4 anos de idade. Antes vivera na Rua do Barão e depois na Rua Augusto Rosa, num recanto quase em frente à prisão política do Aljube. Portanto sempre na mesma área.
Na Rua da Saudade vivi toda a minha infância e juventude e embora tenha de lá saído em 1962, aos 25 anos, minha mãe por lá permaneceu até finais dos anos 90.
A casa onde vivi é a última da rua e ali desfrutava de uma paisagem deslumbrante: da varanda das traseiras tinha a meus pés toda a baixa pombalina, Monsanto, Estrela com sua linda basílica, o Tejo até para lá do Bugio e toda a outra banda até ao Barreiro.
Era uma rua com pessoas muito típicas que todos os dias se juntavam na tasca do ti-Marcelino cavaqueando com um copo de 2 na mão: o Manuel sapateiro, o presidente da Junta de Freguesia, o sr . Carcavelos que segundo constava era brasonado.
Por volta de 1947 desabou para a Rua de São Mamede o muro que sustinha a propriedade que ligava as duas ruas deixando a descoberto as ruínas romanas de cuja existência há muito se sabia mas que ninguém tinha tido a iniciativa de as submeterem às visitas públicas.
Desde então a Rua da Saudade ficou completamente descaracterizada, deitaram-se prédios abaixo, colocaram-se tapumes de madeira só recentemente transformados em muros de tijolo e cimento, colocaram-se passadiços para peões e cortou-se a rua ao trânsito.
É com grande nostalgia desses tempos que recordo com imensa saudade essas pessoas com quem ali convivi e os amigos em cuja companhia nos fizemos homens.


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