De Maria Francisca a 20 de Março de 2010 às 17:35
Tão bonito...
A constatação das coisas simples.
De Anónimo a 20 de Março de 2010 às 18:08
Obrigada por mais este texto. Habituei-me a acompanhá-lo aqui no FB e de certa forma, têm-me feito companhia as suas palavras.
Arrisco-me a compará-lo a uma máquina fotográfica, captadora de momentos do quotidiano, momentos simples, belos por essa mesma simplicidade....
Obrigada "Homem da Cidade"....
Obrigado eu por aqui passar
De
Isabel a 20 de Março de 2010 às 20:26
Não me importava mesmo nada de ter sido eu a escrever este post, aliás cheio de energia.
Gostei imenso:)
De AG a 26 de Março de 2010 às 11:44
Música
Noite perdida,
não te lamento:
embarco a vida
no pensamento,
busco a alvorada
do sonho isento,
puro e sem nada,
- rosa encarnada,
intacta, ao vento.
Noite perdida,
noite encontrada,
morta, vivida,
e ressuscitada...
(Asa da lua
quase parada,
mostra-me a sua
sombra escondida,
que continua
a minha vida
num chão profundo!
- raiz prendida
a um outro mundo.)
Rosa encarnada
do sonho isento,
muda alvorada
que o pensamento
deixa confiada
ao tempo lento...
Minha partida,
minha chegada,
é tudo vento...
Ai da alvorada!
Noite perdida,
noite encontrada...
Cecília Meireles, in 'Viagem'
De AG a 26 de Março de 2010 às 11:46
Porque há uma "música" que une o casal da foto (constatação) e do texto (suposição).
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